
Flashes artísticos
mostram enorme diversidade cultural
Um
dos momentos mais fortes do I Fórum Espiritual Mundial,
em termos de diversidade cultural, foi o dia 08, última
sexta-feira. O evento conta com dezenas de flashes artísticos
que são apresentados nos intervalos das palestras.
Na
tarde desse dia, um grupo de jovens e crianças apresentou
um espetáculo único chamado Tambores Japoneses,
que emocinou a platéia e arrancou demorados aplausos.
À noite, o mesmo palco foi ocupado por um ritual
indígena. Representantes das nações
indígenas Gavião do Estado do Pará,
Patoxó originária do Sul da Bahia, Fulniô
de Pernambuco e Kariri Xocó de Alagoas apresentaram
suas danças, falaram de paz e de harmonia com a natureza.
O líder
do grupo deixou claro que os índios não são
e nem reivindicam ser donos da terra. O que desejam é
serem guardiões dela. Ele também destacou
que têm capacidade de expressar suas próprias
opiniões. "Não queremos mais que falem
por nós. Nós queremos falar por nós
mesmos".
As
nações indígenas no momento reivindicam
o direito de escolher o presidente da Fundação
Nacional do Índio (FUNAI), hoje ainda indicado pela
Presidência da República. Para reforçar
esse movimento, elas estão construindo um abaixo
assinado que pretendem, em breve, entregar às autoridades
competentes.
Mas,
em termos de diversidade, o dia não parou por aí.
Durante a sexta-feira aconteceu também a apresentação
do Coral dos Idosos do Centro de Ensino UNEB, do cantor
argentino Alejandro Cossavella e do Grupo Intuição.
O encerramento
da noite foi feito por um grupo de bailarinas (crianças)
que apresentaram a Dança dos Pilares num show terno
e de muito encantamento. É importante ressaltar que
todas as apresentações artísticas do
I Fórum Espiritual foram doações dos
próprios grupos para o evento, não resultando
em nenhum custo aos organizadores.
Bety Rita Ramos
Assessoria de Comunicação do I Fórum
Espiritual Mundial
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