
Paz pela Paz
“A
Paz tem pressa”, anuncia Virgínia Garcez, coordenadora
nacional do Programa Gente que Faz a Paz e educadora para
a Paz. Segundo Virgínia, que também é
realizadora eletrônica acompanhando o 1º Fórum
Espiritual Mundial, “quanto mais gente praticar a
paz, mais fortes serão suas raízes; a humanidade
terá mais paz”.
O Programa
Gente que Faz a Paz é uma iniciativa da Universidade
Holística de Brasília – UNIPAZ, com
apoio de outras 8 instituições, entre elas
o PNUD, a UNESCO e a ONG Viva Rio. O desafio de Virgínia
não é pequeno: disseminar a cultura de paz
em algumas das regiões mais violentas em 7 Estados
do Brasil.
“Conscientização,
Sensibilização, Educação para
uma cultura de paz” – essa é a receita
de mais de mil agentes da paz até agora preparados
pela iniciativa, segundo a Coordenadora. Franciscana por
convicção, Virgínia busca nos ensinamentos
dos grandes mestres pacifistas a inspiração
para prosseguir – “Buda, Ghandi, Martin Luther
King; no Brasil Irmã Dulce”, cita Virgínia
algumas pessoas “que administraram conflitos de uma
forma sábia”.
“O
mais importante é praticar a paz”, esclarece
Virgínia. Para a educadora o que minimiza a violência
e os sentimentos negativos “é saber controlar
as emoções na hora em que elas acontecem”.
“O
diálogo e a resolução pacífica
de conflitos são alguns dos muitos caminhos da cultura
de Paz“, informa a página da organização
www.gentequefazapaz.org.br
na Internet, explicando que os Educadores da paz são
as raízes, os Agentes os galhos e os Amigos da Paz,
os frutos.
“Quando
você está acometido de uma emoção
negativa, deve observar este sentimento, respira-lo, percebe-lo.
Você não precisa expelir isso nos outros. Você
observa isso em você e deixa passar”, conclui
a educadora para a Paz.
Valério Azevedo
Assessoria de Comunicação do I Fórum
Espiritual Mundial
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